Vamos começar pelo começo, então. Sexo, drogas e qualquer outra coisa que possa ser associada formam a base da atual sociedade degradada, mas receio que ao menos a sua curiosidade para entender como isso tudo funciona seja limitada, para não dizer inexistente. Afinal, você provavelmente já faz parte do problema e não queira entrar em contato com a realidade.
Agora que você aceitou a provocação, passemos ao próximo passo, que não seria outro além de questionar por que sexo, drogas e qualquer outra coisa formam a base da atual sociedade degradada.
Não é sobre o "por que", pois sexo, drogas e qualquer outra coisa já são as causas da sociedade degradada, mas a respeito do como isso se inseriu ou foi inserida até chegar neste ponto.
Também seria [burrice] questionar a intenção por trás de sexo, drogas e qualquer outra coisa, já que o resultado é nítido — lembrando que meu "eu lírico" aparece entre colchetes. Aliás, por um lado, pois se o resultado dessa misturinha é uma sociedade degradada, ou o objetivo está nisto mesmo, ou quem ou o quê está por trás de sexo, drogas e qualquer outra coisa é inconsequente.
Se é inconsequente, podemos concluir que sua mente é [muito ferrada] e que não poderia ser racionalizada. Porém, a mentalidade dos consumidores de sexo, drogas e qualquer outra coisa não poderia ser considerada menos ruim. E se a sociedades dessas pessoas chega ao ponto de ser degradada por causa disto, então é possível concluir que ela chegou ap seu ápice, e agora declinará.
Mas vamos tentar racionalizar?
Queria não, mas também se isso não for feito, parece que esta questão deve ficar por isso mesmo [e o fato de escrever até aqui só provaria que sou apenas um incoerente, divagando em um blog cheio de obscuridades e o caramba a quatro] — que chato! Ok, ok... Para entender a coisa toda, primeiro é preciso saber [além de colocar uma boa música para ouvir, como agora faço com "The Joker", de Steve Miller Band] o motivo de sexo, combinado com drogas e associado a qualquer outra coisa serem essa misturinha à degradação da sociedade. Em resposta bem curta, é que uma inibe o pensamento, a racionalidade, o poder de questionar; as outras modulam o comportamento, limitando o indivíduo a certos vícios, algumas dependências, determinadas necessidades implantadas; e o último, que literalmente pode ser qualquer outra coisa, como música, festa, hobby, serve como condutor, catalizador, limitador.
Sexo
Quando isto deixa de ser algo privado para se tornar algo público, torna-se desejável, vendável, consumível. Vira um mercado próprio, com suas regulações, tarifações e benefícios. Como produto, pouco importando, por enquanto, quem é o seu proprietário majoritário, o dono da coisa, que também pode ser o vendedor maior, o sexo pode ser oferecido de forma direta, como se vê na prostituição, mas ele pode ser colocado como "product placement", um termo [bem afrescalhado] para apresentação naturalizada de uma mercadoria em um ambiente sintetizado — falei "grego" agora, eu sei. Noutros termos, é o que acontece quando um produto, como um shampoo, é mostrado numa cena de novela pela atriz, que faz questão de comentar sobre ele, por exemplo, enquanto esfrega os cabelos com ele, já em associação com o "nu artístico", que não é outra coisa além da introdução da erotização, uma das vias à sexualização [ou o incentivo à safadeza, pois qual a necessidade de mostrar a mulher pelada ou quase isso?] para finalidades inibidoras da cognição. No Brasil, essa prática ficou associada ao "merchandising", embora o termo certo seja "product placement" ou "posicionamento de produto" [para parar com a frescura]. Então, de forma indireta, como "posicionamento de produto", o sexo é apresentado para inibir as funções do córtex cerebral, ou seja, privar o sujeito dos pensamentos. Quando algo se torna sexual, com corpos nus, movimentos eróticos ou [safadeza] explícita, pensar já se torna uma preocupação de segundo plano para o cérebro, pois ele está lidando com algo que não precisa de grandes atividades naquela região, mas em outra, dada pelo sistema límbico e complexo réptil.
Mas que raios são essas coisas? Bom, o que são é mais fácil de explicar. Córtex cerebral é aquela região do cérebro que parece um labirinto [de chiclete, pois é rosado] e que permite ao ser humano pensar, em resumo. Dentro, no núcleo dele, está o sistema límbico, relacionado com as emoções, grosso modo, e em sua base está o complexo réptil, responsável por controles autônomos e o instinto. Embora algumas definições de Paul D. MacLean não estejam em uso na neurociência, supostamente, ao menos é possível entender que existem funções do cérebro que são mais próprias ao pensamento, outras aos sentimentos e uma outra que é definitivamente mais instintiva, animalesca, desprovida de racionalidade. Também não precisaria dissecar a cabeça do indivíduo ainda vivo, como aquelas experiências macabras da década de 70, para conferir como isso pode ser empregado, uma vez que bastaria observar o comportamento desenvolvido em certas relações no modelo estímulo-resposta.
Basicamente, a ideia de introduzir sexo em cenas de filmes, por exemplo, seria para reduzir a sensibilidade do córtex, cujo efeito é fazer com que o espectador deixe de pensar ou diminua seus pensamentos naquele momento. Se não reduz, ao menos potencializa as demais funções do cérebro, voltadas às emoções e ao comportamento instintivo. O que é possível fazer com isso? Volta lá à questão do "posicionamento de produto". O sexo pode ser o produto a ser posicionado numa cena de um filme, assim como um outro item de mercado pode ser posicionado durante cenas sexualizadas, erotizadas ou minimamente sensualizadas, ou seja, projetadas às sensações. Informações que não são nenhuma novidade, mas que o entendimento a cerca de tudo isso geralmente se resume equivocadamente às aplicações de marketing. Porém, parece que o marketing hoje é visto em quase tudo. Ao invés de argumentos, marketing passa a movimentar as palavras, as frases, em busca de alguma razão. Não é incomum encontrar marketeiros disfarçados de advogados, médicos, políticos, quando eles, buscando clientes, pacientes, eleitores, se perdem no que realmente deveriam fazer diante da competitividade de mercado. Desta relação, também não é difícil notar que muitos, achando que fazem marketing, apenas ludibriam, fraudam, corrompem. Assim sendo, marketing termina sendo atrelado às percepções mais negativas, virando até sinônimo de xingamento, como "marketeiro" para se referir a um mentiroso. E a conclusão óbvia é que se quase tudo é suscetível ao "marketing", o que é claro e evidente é que a intenção nisto é convencer o outro sobre aquilo que está sendo ofertado.
Aí a coisa vira luta livre!
Quando o sexo não funciona como inibidor ou disjuntor cerebral, que liga e desliga o pensamento, pode ser substituído [trocando apenas as consoantes] pelo medo. Tanto um, como o outro, têm funções legítimas, mas, quando subvertidos, ou seja, quando utilizados para inibir as faculdades mentais de um indivíduo, tornam-se armas contra o próprio ser. Se o sexo tem uma serventia para um casal, o medo também pode prevenir a pessoa de dar um passo além da capacidade da perna, como quem, entrando no mar, sente um friozinho na barriga, como um sinal para não mais avançar ou retornar para um lugar menos fundo. Porém, quando o medo se torna um treco descontrolado, vira uma neurose, fazendo com que o sujeito assuma condutas nocivas para si ou outras pessoas ao seu redor, ou deixe de fazer algo que lhe era normal, mas que se tornou indesejável a partir dessa fobia, na verdade, que é o medo incontrolável [como sentem as mulheres por baratas] — e os homens pela própria fobia, de terem medo, embora isto seja mais trauma do que tudo (risos) [HAHAHA] (como os do Coringa). Nóia da... Mas, voltando ao assunto, até porque isto precisa ser um texto sério [HAHAHA], ou ao menos que o teor seja sério, o medo é substituto do sexo quando este não tem o poder de convencer, como no caso de pessoas de costumes, conservadoras, religiosas. Então o fator de inibição do pensamento, para que alguém possa estimular o sistema límbico e o complexo réptil com a intenção de gerar mais comportamentos baseados no estímulo-resposta, reside no medo, que eu vou tratar numa outra oportunidade.
O sexo, por si só, já é muito forte para causar a inibição do pensamento e a potencialização dos sentimentos e instintos na maioria dos casos. Contudo, ainda assim é preciso limitar o sujeito para que o sexo tenha algum sentido mais prático para além da prática em si. Dizendo de um outro jeito, para que o sexo funcione apenas para inibir os pensamentos de alguém, ao invés de ser apenas um convite à sua prática, a fazer mais do mesmo, ele precisa ser associado a mais alguma coisa e, neste sentido, se o desejo através dessa sexualização é de obter o controle sobre a pessoas, ou as massas (muitas delas), as drogas funcionam como uma espécie de limitadores dimensionais — e com isto eu revelo um dom para complicar as coisas, não é mesmo? O que eu quero dizer por limitadores dimensionais [enquanto toca "Ye Jabobites by Name", da Roxane Genot] é que o ser humano interage em algumas dimensões, ou esferas, ou ambientes, ou seja, todos estes termos são sinônimos que designam locais nos quais interagem. Disto, se esses locais são limitados a alguns poucos, logo o indivíduo passa a ser melhor controlado. Para tanto, as drogas ilícitas, neste caso, funcionam como limitadores dimensionais no sentido de que o viciado [coitado] precisa se relacionar com o mundo do tráfico, indo em "bocadas" ou conhecendo "dealer" para que traga a droga aonde for ou onde estiver. Contudo, entretanto, todavia, engana-se redondamente que são as drogas ilícitas as principais causas de limitação dimensional.
Drogas
As drogas, como vinha dizendo, podem ser as ilícitas, dependendo da legislação de cada país, ou podem ser a lícitas, o que nos leva a perguntar: afinal, o que são drogas? [Parece pergunta da tia da escola no dia que o PROERD aparece na sala de aula], mas definir o que é uma droga, lembrando que os "fumáveis" e as bebidas alcóolicas não são consideradas drogas em quase todos os países, apesar de viciarem e prejudicarem a saúde dos seus usuários, termina sendo uma tarefa difícil se observadas as leis, somente. Eu [gritando e batendo a mão nos peitos, como Tarzan] vou trazer uma definição sobre o que é uma droga: é tudo aquilo que tem a capacidade de distorcer a consciência, causando dependência e prejudicando a humanidade, seja contra aquele que usa ou outra pessoa, seja ela usuária ou não. Agora, vamos trazer alguns exemplos baseados nessa definição: cerveja, cigarro, mídias sociais, cocaína, chocolate, baralho, charuto, festa, whisky etc. Claro que algumas coisas ali no meio são estranhas, mas vejamos se não satisfazem os requisitos da descrição que apresentei. Por exemplo, uma mídia social distorce a consciência? Sim, sobretudo quando adotam comportamentos que não são próprios da vontade humana [como os "therians" que já têm os cérebros fritados] ou não são nem sequer da vontade, já que muito do que se faz sob influência de outros usuários dessas mídias sociais são próprios do modelo estímulo-resposta. Também é possível notar que uma mídia social distorce a consciência quando alguém passa a ser literalmente alienado por determinados discursos e, disto, passa a legitimar suas ações através certas psicoses, geralmente dadas sob a forma de agitação e incoerência, sendo esta última mais quando a pessoa fala [como doida, misturando assuntos ou concluindo coisas do nada] ao invés de ser uma questão argumentativa. Falando em argumento, muitos outros podem ser utilizados para mostrar como as mídias sociais cumprem o requisito para serem drogas pelo critério da capacidade de distorcer a consciência. Já a dependência é causa, e não precisa sequer ser justificada como um dos critérios, pois um dos sintomas de uma sociedade degradada já pode ser medida por quão viciada ela é em mídias sociais, ou seja, quando deixam de trabalhar para verem vídeos rápidos ou se baseiam sobre assuntos importantes a partir de opiniões dadas por influenciadores digitais. Resta saber se essas coisas prejudicam a humanidade, pelo que a resposta é afirmativa em todos os sentidos, pois [tanto ferra o usuário, como pode lascar a vida daqueles que dependem dele], por exemplo. O mesmo acontece com chocolate e festa — [e digo isso ouvindo "Gimme!Gimme!Gimme!" do ABBA].
Vamos explicar isso melhor...
Por si só, o chocolate pode gerar dependência, e o uso excessivo pode fazer a pessoa a ter condutas impensadas, como quem, depressivamente, resolve acabar com seu fígado [ao se entupir até o talo] de bombons, o que causa um problema para ela e, se for uma mãe, que tem uma filhinha pequena, termina [de certeza] atingindo ela, geralmente por alguma negligência ou imprudência. Tudo isso cumpre os requisitos para que o chocolate seja uma droga. Mas é droga mesmo? Para aquele que consome pouco, não. Porém, para quem já perdeu o controle, acaba senso sim uma droga. Aqui seria preciso explicar a suscetibilidade, mas o "b-a-ba" da questão já está claro, não é? [Se não ficou, aí é ler e reler]. Quanto à festa, esta é a mais difícil de explicar, mas, mesmo ela, pode ser uma droga também. Em resumo, basta pensar nela como a síntese de tudo aquilo que a pessoa pode obter do pondo de vista emocional. Em outras palavras, há quem se vicie em festas por causa de fatores emocionais, como a incapacidade de ficar só ou de sempre querer viver em euforia para minimizar os sentimentos e sensações que podem surgir caso ela não atinja este estado eufórico. Existem muitas nuances, mas todas terminam apontando pensamentos e/ou comportamentos alterados, que não ocorreriam se não fossem justamente em ambientes de festa (mesmo que não tenha festa alguma acontecendo), incluindo a dependência, manifestada por esses dependentes ao transformarem a quinta-feira na nova sexta-feira, e a sexta-feira no novo sábado, na criação do ambiente propício às drogas. Ou seja, assim como o sexo, que pode ser sim uma droga também, as festas ou quaisquer lugares podem servir para modularem o comportamento. Verdade que a explicação sobre isso requer melhor aprofundamento, mas seria desgastante [mentira; só não quero escreve tudo de uma vez só], até para entender, evidenciar todas as minúcias de como essas coisas se intercalam ao cumprimento do que se deseja pela imposição do sexo, drogas e qualquer outra coisa.
Voltando à parte do "transformarem a quinta-feira na nova sexta-feira", que tem a ver com "mesmo que não tenha festa alguma acontecendo", a dependência por momentos é percebida nessas circunstâncias, especialmente quando o vício faz com que as coisas sejam depreciadas, como um dia de trabalho ou estudo, por causa da uma droga. O sujeito pode nem ser um "drogado clássico", daqueles que invejam, inalam e/ou fumam. Podem nem gostar de chocolate ou de sexo, mas, ainda assim, é alguém que depende de uma droga. Essa droga invisível, como disse, é difícil de explicar, mas que pode ser fácil de perceber, pois a pessoa que depende da euforia, desse estado de agitação, vive buscando mais do mesmo, inclusive migrando de amizades e até mesmo de parceiro(a), quando não "se confunde" e acaba [mudando de time, virando a casaca, se invertendo] para se manter sempre presente durantes esses momentos, seja onde for ou com quem for.
Talvez, em algum tempo, sexo e drogas não estivessem tão relacionadas, mas ultimamente, são quase indissociáveis para aqueles que contribuem à degradação da sociedade. Independentemente disto, sexo e drogas são partes indispensáveis ao controle, pois, pela função de inibição, ou bloqueia o raciocínio, o pensamento, ou potencializa o instinto, as reações, criando uma relação meramente dual, de estímulo-resposta. Já o terceiro componente, qualquer outra coisa que seja, como disse antes, podendo ser a música, o clube, a escola, por si só não faz absolutamente nada em termos de controle.
Qualquer outra coisa
Como condutor, catalizador, limitador, termina sendo a parte estética da coisa. Uma coisa é analisar sexo como sexo, drogas como drogas, mas, neste ponto, entenda que o conjunto da coisa é sexo, drogas e qualquer outra coisa, portanto, mais própria de um contexto como um filme do que outra coisa. Aliás, algo neste sentido já foi comentado, mas para deixar mais claro, isso que eu chamo por qualquer outra coisa é o ambiente comum onde a coisa deve acontecer, porém, associada às outras duas, quais seja, drogas e sexo. E a ideia é não perder o foco da questão, que questiona como tudo isso foi acontecendo até a sociedade ser degradada ou entrar nesta fase de degradação. No caso do Brasil, acho difícil isso não estar acontecendo.
Deixando o "pessimismo" de lado, enquanto sexo termina sendo determinante à inibição das funções do córtex cerebral e as drogas contribuem como estimulantes ao sistema límbico, se a questão puder ser observada dessa forma, qualquer outra coisa [como já enchi o saco com isso] serve como ambientação para que o complexo réptil possa preponderar.
Nem preciso ir longe para trazer mais exemplo de como essa coisa é sintomática! Basta pensar que no horário do almoço, por volta de meio dia, ou 12:30, no Brasil, muitas casas estão com suas televisões ligadas, transmitindo telejornais e, consequentemente, notícias sobre tudo. A família, enquanto almoça, tem sua mente intercalando de "os preços dos chocolates vão baixar" para "mais uma vítima do Maníaco do Parque foi encontrada morta na tarde de hoje". Ou seja, enquanto comem, recebem notícias pesadíssimas sobre crimes, muitas vezes sendo expostas às imagens, e depois não sabem porque sofrem de ansiedade, depressão, crises de raiva ou momentos de choros inconsoláveis, em maiores ou menores níveis de intensidade e manifestações. Tudo isso com uma naturalidade que impressionaria até os canibais das tribos tupi [só que não]. Neste caso, o que é estimulado, ao invés do sistema límbico e o complexo réptil, é o córtex, trazendo uma racionalização exacerbada para que os espectadores possam encarar os fatos da vida, desta forma, sem dar muita atenção emocional — como se fosse uma coisa que pudesse ligar e desligar a qualquer momento.
Sintetizando tudo o que foi dito
Sexo, drogas e qualquer outra coisa, juntamente, interagem ao controle das massas à imposição de modelos comportamentais. Para isto, precisam inibir o pensamento enquanto estimulam a emotividade e a instintividade. O processo reverso também é válido, ou seja, inibir a instintividade e a emotividade para estimular o pensamento, o que é muito próprio numa relação de medo, drogas (conforme definição que coloquei anteriormente) e qualquer outra coisa, que no meio mais tradicionalista, tende a ser algo relacionado com a religião, por exemplo.
A ideia é ativar ou desativar certas faculdades cerebrais no intuito de atingir a mente, que não é o cérebro — é bom que fique claro. Há quem diga não existir diferença entre mente e cérebro, mas isso não procede. E como isso se insere para levar uma sociedade à degradação tem mais a ver com os interesses mais difusos, ou seja, que não são centralizados, do que algo específico, que poderia soar como conspiratório ou algo assim. Por isso que equalizar essa situação toda é bastante difícil, pois uma coisa sempre puxa a outra.
Quanto mais essas coisas se misturam, mais suscetíveis se tornam as pessoas passíveis disso, de um jeito ou de outro. Trarei mais exemplos, mas uma coisa precisa ficar clara para encerrar esta postagem: existe algo que destrói qualquer tentativa de imposição de sexo, drogas e qualquer outra coisa. Só que isso eu só vou tratar depois, pois [eu já me cansei desse assunto e] discorrer mais sobre ele pode se tornar mais complexo do que o já esperado que fosse [fechando esta postagem ao som de "Long Night", do The Corrs].

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