4.5.25

Você ainda acredita em Trump X Putin?


Um, dois, três... testando. Sim, literalmente, mas onde ficamos mesmo? Ah! O que é lucro para a mídia. Aliás: tratávamos dos portais de notícia, que, neste caso, faz parte da mídia.
Continuaremos, então, falando apenas desse setor, pois, como visto anteriormente aqui, quando discutia-se — quase em vão — como eles lucram, mudei de assunto drasticamente, como quem desse um cavalo-de-pau em um carro, e passei a dizer que isso não importava, mas sim o que é o lucro para um portal de notícia — e cá estamos.

O lucro, para um portal de notícia, é medido pelo desmantelo que ela consegue causar em um opositor — simples [sons de sinos passam a ser ouvido pelo leitor]. Não se importem com o meu “eu lírico” que pode surgir entre colchetes, ok? Vou “caprichar na medicação” para que ele não interfira tanto e você não ache que está lendo mais alguma postagem sem sentido, de algum esquizofrênico, coitado, ou coisa pior. Então, imagine que você tenha o poder de atingir milhares de pessoas que utilizam a internet para sabe-se lá o quê, e que um desafeto pode ser facilmente desmantelado por sua influência. Muito provavelmente a reposta sobre como um portal de notícia lucra tenha sua resposta satisfeita nisto daqui: é que a mídia no geral, incluindo os portais de notícias, são armas.

Claro que eu não estou dizendo que os portais de notícias são pistoleiros à disposição daqueles que possam pagar por seus serviços, incluindo o famigerado assassinato de reputação. Mas, não à toa, podemos observar que alguns portais de notícias parecem manter um carinho por certos políticos, empresários, artistas, enquanto [botam pra arrombar] em outros, geralmente os desafetos destes outros.

E como eles assassinam as reputações?

Mentem! Mentem como se não houvesse o amanhã. E só fazem isso por causa de uma certeza que têm, ainda mais agora, com a velocidade da internet e a abrangência global de cobertura, de que o povo padece da memória. Eles mesmos, os portais de notícias, são responsáveis por isso. Ou seja: as pessoas só se lembram daquilo que está sendo noticiado. Noutros termos, parece que a mídia conseguiu o que queria, que é ser uma espécie de “consciência coletiva”. Porém, antes de chegar nesse assunto, deixe-me tentar responder o que foi colocado por mim mesmo: como eles assassinam as reputações? Vou trazer um exemplo, para ficar melhor de explicar a coisa toda — e tudo o que eu vou colocar na sequência, caríssimo leitor, não passa de contextualização de matérias jornalísticas, cada uma pior que a outra, pois não tenho acesso às informações originais. Sabe o Jonny Depp, o ator do filme “Piratas do Caribe” ou “Edward Mãos de Tesoura”? Então, ele foi acusado de violentar sua ex-esposa, a Amber Heard, por ela mesma, que não demorou para que seus inimigos pudessem atingi-lo através dos portais de notícias. Um deles, o “The Sun”, chamou o ator de “espancador de mulheres” em 2020, sendo processado por ele, mas que, por sua vez, perdeu o processo por qualquer motivo bizarro que possa ter sido colocado. Só que em 2022, Depp ganhou o processo contra a ex-mulher — e a coisa, como fica? Não fica [kkkk]. Não fica, pois o que tinha de ficar, já ficou ao longo de pelo menos 2 ou 3 anos. Ou seja, com os portais de notícias dizendo que a Heard era a coitada da história toda e que o Depp era o vilão, “espancador de mulheres”. Bom, ao menos neste caso ele não foi, mas sua ex-mulher, bizarramente, parece ter problemas fecais, pois, como ficou claro em certos depoimentos no tribunal, ela fazia o “número dois” em tudo que era lugar.

Assim é que eles assassinam reputações.

Como fazem isso é outra questão, mas uma boa ideia é analisar caso a caso para saber como tudo aconteceu, como um trabalho investigativo. Porém, sobre isso eu preciso antecipar um dado muito importante: isto é imensamente desgastante, sendo o motivo de haver mais conspiracionistas que se relacionam com esses temas do que revisores sérios.

Além disso, há outra nuance bem intrigante sobre essa questão da mídia em geral, que é quando um jornalista, super cotado ou qualquer coisa assim, é exaltado, venerado, premiado, por fazer a cobertura de um suposto caso de corrupção na política brasileira, mas que, quando fazendo o mesmo trabalho exemplar, porém, contra o político queridinho dos midiáticos, torna-se o vilão número um! Mas ele não era excepcional, confiabilíssimo e tudo mais? O que foi que aconteceu com ele, então, para não mais merecer os devidos créditos, como antes? Ah! Muito simples: ele mudou de time. Como assim? Claro, essa é a indagação que qualquer pessoa poderia fazer, mas lembre-se [se puder] que, como a mídia parece ser a memória de todas as pessoas, basta que diga “este sujeito é isto ou aquilo” que logo a massa passa a tê-lo por “isto ou aquilo”. Não, ele não mudou de time. Acontece que ele, atrapalhando os interesses de alguém ou um grupo muito maior, passa a ser alvo do assassinato de reputações.

Talvez eu continue este assunto [chato pra caramba], mas o que é preciso entender sobre ao menos os portais de notícias é isto aqui: eles não estão comprometidos com a verdade e servem à interesses obscuros. “Ah! Mas eu leio para me informar sobre o que acontece no mundo”. Lamento dizer, parafraseando o ator Denzel Washington, mas se você não lê as notícias, está desinformado(a), mas se lê as notícias, está mal-informado(a). Foi uma crítica que ele fez contra as “fake news”, que no caso a mídia quis monopolizar com seus “checadores de fatos” contra as informações que surgiam nos meios concorrentes, as mídias sociais, embora ela mesma seja a maior utilizadora da pior invenção já criada pelo Diago: a mentira. E como eu sei que para esse pessoal o fato é uma construção social, psíquica, alienígena ou qualquer coisa que queiram dizer, eles acreditam que o fato não existe — e eu vou parando por aqui, para que o assunto não fique demasiadamente extenso e enfadonho.
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